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	<title>Soccer em Português &#187; belenenses</title>
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		<title>Matt Jones: de universitário nos EUA a profissional em Portugal</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2014 15:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[António Pereira Ribeiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial Entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[futebol universitário]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.socceremportugues.pt/wp-content/uploads/2014/06/matt.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-258" src="http://www.socceremportugues.pt/wp-content/uploads/2014/06/matt-300x166.png" alt="matt" width="300" height="166" /></a></p>
<p><strong>Praticamente todas as crianças inglesas crescem com o sonho de se tornarem jogadores de futebol profissionais. O guarda-redes Matt Jones não foi exceção. Integrou as camadas jovens do Port Vale, e em júnior alinhou pelas reservas do West Bromwich Albion. Tapado por uma série de colegas de posição que incluía o polaco Tomasz Kuszczak, as oportunidades eram escassas, e Matt chegou a ponderar desistir do futebol. Entretanto, um contato inesperado dos Estados Unidos levou-o a ingressar no desporto universitário. Formou-se em Gestão de Empresas, na Sacred Heart University, em Fairfield, Connecticut, enquanto atuava ao serviço dos Sacred Heart Pioneers. Na época 2009/10, Matt Jones tentou a sua sorte em Portugal, e por cá ficou. Experimentou a modalidade em ambos os arquipélagos, primeiro no Santa Clara e mais tarde no União da Madeira. Acabou por assentar na capital, vestindo as cores do Clube de Futebol &#8216;Os Belenenses&#8217;.</strong></p>
<p>1. O que te levou a escolher o futebol? E a posição de guarda-redes?</p>
<p><em>Comecei a jogar futebol pela mesma razão que leva todos os miúdos em Inglaterra a fazê-lo. Está no nosso sangue! Todos os rapazes crescem com o sonho de virem a ser profissionais, e eu não era diferente. Tenho um irmão mais velho, e estava sempre a jogar com ele e com os amigos dele. Foi por isso que me tornei guarda-redes. Obrigavam-me a ir à baliza por ser o mais novo! Gostei do desafio e desde então nunca mais olhei para trás.</em></p>
<p>2. A falta de oportunidades quando estavas no West Bromwich Albion fez-te considerar outras opções. Como é que foste parar aos Estados Unidos? Ponderaste outro tipo de opções mais perto de casa?</p>
<p><em>Quando deixei o ‘West Brom’, foram-me apresentadas algumas oportunidades, mas nenhuma despertou a minha atenção. Foram tempos difíceis para mim, e cheguei inclusive a considerar desistir do futebol de vez para entrar na universidade, como a maior parte dos meus amigos estava a fazer na altura. Entretanto, recebi uma chamada inesperada dos Estados Unidos. Eles tinham falado com o ‘West Brom’, que por sua vez havia dado boas recomendações a meu respeito. Em poucas semanas estava num avião com destino a Fairfield, Connecticut.</em></p>
<p>3. Formaste-te em Gestão de Empresas, na Sacred Heart University, em Fairfield, Connecticut. Pretendes aplicar os conhecimentos adquiridos de alguma forma depois da tua futura retirada do futebol?</p>
<p><em>Eu desfrutei de todas as disciplinas que fiz, e sinto que se trata de algo que posso vir a utilizar no futuro. Sempre ambicionei treinar depois de deixar de jogar, principalmente futebol universitário nos Estados Unidos. Contudo, o meu background académico tem-me ajudado todos os dias, e decerto que continuará a ser útil ao longo da minha vida.</em></p>
<p>4. Durante a tua estadia na universidade, foste simultaneamente nomeado Atleta Universitário do Ano da Conferência do Nordeste (2009), e formado com a distinção de <em>magna cum laude</em>, reconhecimento atribuído aos estudantes que registem percursos académicos notáveis. Foi difícil conciliar o futebol universitário com os objetivos académicos?</p>
<p><em>É tudo uma questão de equilibrar os dois aspetos. Quanto mais rápido conseguires encontrar esse equilíbrio, melhor. Mas no fim de contas, apesar de não parecer o mais importante na altura, o lado académico deve vir sempre primeiro. Basta pensarmos que a reprovação nas disciplinas impede-te de jogar, ou então perceber que para 95% de todos os atletas universitários, a profissionalização é um sonho que raramente se torna realidade.</em></p>
<p>5. O que é que retiras essencialmente desta experiência na realidade universitária norte-americana?</p>
<p><em>Posso dizer que retirei imenso da experiência. Mas sinto que o mais importante foi o fato de me ter ajudado a crescer e a ganhar maturidade. Mudei-me para um sítio a milhares de quilómetros da minha família e amigos, e fui atirado para uma cultura e um estilo de vida completamente diferente. Fui forçado a crescer e a amadurecer porque senão tinha sentido tremendas dificuldades. Ganhei a minha independência quando ainda era muito novo e sinto que foi um enorme benefício para mim, e que me ajudou durante a minha vida adulta.</em></p>
<p>6. Como descreverias o ambiente do futebol universitário nos Estados Unidos?</p>
<p><em>Fiquei surpreendido pelo nível de profissionalismo da universidade quando cheguei. Tinha esta imagem, como a maior parte das pessoas tinham na altura, de que a MLS era de um nível e qualidade inferiores, e presumi que o futebol universitário iria refletir isso mesmo. Obviamente que não estou a dizer que é comparável com a Premier League inglesa, mas apresenta um bom nível, de uma maneira global. As instalações e as condições que providenciam às equipas são também notáveis.</em></p>
<p>7. Tendo por base a tua experiência, como vês o desenvolvimento do futebol jovem nos Estados Unidos?</p>
<p><em>Penso que o futuro será extremamente positivo para o futuro do futebol norte-americano. O futebol é o desporto mais praticado pelos jovens nos Estados Unidos, pelo que o lote de jogadores que saem de lá é vasto. O problema ao longo dos anos tem sido manter estes jogadores em atividade quando chegam aos 15, 16 anos, porque começam a jogar futebol americano ou basebol em competições mais a sério. Mas o crescimento da MLS e do interesse pelo futebol tem contribuído para o desenvolvimento da modalidade. Sinto que se trata apenas de uma questão de tempo até a seleção nacional norte-americana se tornar numa força dominante do futebol mundial.</em></p>
<p>8. Depois de teres terminado o futebol universitário, não te encontravas elegível para ser selecionado no MLS Superdraft?</p>
<p><em>Estava elegível e fui indicado para participar no MLS Combine. Contudo, não estava destinado a acontecer. Penso que aquilo que me limitou de alguma forma foi a dimensão da escola onde jogava. Não atuava em nenhuma das grandes escolas de futebol e não era dada muita atenção à nossa equipa e a tudo aquilo que alcançámos. No entanto, acredito que tudo acabou por acontecer como era suposto, e com um bocadinho de sorte e muito trabalho, consegui chegar até onde estou hoje.</em></p>
<p>9. Alguma vez consideraste ficar e estabelecer uma carreira nos Estados Unidos?</p>
<p><em>Cheguei a pensar nisso, e se por acaso tivesse aparecido uma boa oportunidade, provavelmente teria aproveitado. Mas na altura a minha melhor opção era Portugal, e assim que recebi uma proposta de contrato, não pensei duas vezes.</em></p>
<p>10. Quando te mudaste para o Santa Clara, notaste diferenças significativas nos métodos de treino e no estilo de jogo? Ou tratou-se de uma adaptação natural?</p>
<p><em>Foi uma transição fácil porque estava a fazer aquilo que sonhava desde criança. O estilo de jogo é muito diferente mas penso que adaptei-me rapidamente. Obviamente que a maior dificuldade foi a barreira linguística. Não sabia nenhuma palavra em português na altura, mas vários colegas falavam inglês, o que ajudou bastante. Depois fiz um esforço para aprender a língua através de uma explicadora, para aprender o básico. A partir daí bastou ir apanhando a língua pelo dia-a-dia e por estar constantemente em contato com ela. Mas no geral, foi muito tranquilo, e não poderia estar mais feliz.</em></p>
<p>11. Depois da tua experiência no Santa Clara, tiveste um período experimental no Aberdeen. O que é que correu mal?</p>
<p><em>Não diria que alguma coisa correu mal. Eles decidiram ir noutro sentido porque queriam um guarda-redes com mais experiência do que eu. Gostaram de mim, mas simplesmente não estava destinado a acontecer. Enquanto estava à experiência no Aberdeen, surgiu uma proposta de Portugal, e regressei ao avião.</em></p>
<p>12. A tua carreira como futebolista profissional tem desenvolvido uma estreita relação com Portugal. Quais são as coisas de que mais gostas no país?</p>
<p><em>Portugal está a tornar-se cada vez mais a minha casa. Não sou fluente em português e tenho um bom grupo de amigos. Gosto da natureza descontraída do país. É um país pacato que se adequa à minha personalidade. É um sítio onde me vejo a jogar durante muito tempo, mas no futebol nunca sabes o que é que está ao virar da esquina!</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Fotografia: footconect.pt</em></p>
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